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15 de março de 2013

Cão vira guia de labrador cego


Cão vira guia de labrador cego

Um cão da raça terrier se transformou em guia de um labrador que ficou cego sem ter recebido nenhum treinamento.
O labrador Eddie começou a apresentar os primeiros sintomas da cegueira em 2012.
A dona dos dois cães, Angie Baker-Stedham, notou que o labrador preto começou a tropeçar em objetos e, depois destes sintomas, ele ficou cego rapidamente.
'Aconteceu tão rápido, o que é triste, pois antes, eles (os dois cães) costumavam brincar juntos', disse.
Mas, Milo, o terrier, que já era muito próximo a Eddie, começou a agir como o guia do labrador, ajudando-o a caminhar.
O pequeno terrier agora leva guizos na coleira para que Eddie possa segui-lo. E, quando o labrador se afasta, Milo vai buscá-lo.
'Agora, Milo me ajuda a pegar o Eddie quando chamo por ele. Ele leva o Eddie de volta para onde estou', disse a dona dos cães.
'Eles dormem no mesmo quarto e passam o tempo todo juntos. Sem Milo, Eddie estaria perdido.'
A importância de Milo na vida de Eddie ficou evidente quando o terrier teve que ser internado para tratar uma anemia.
Milo já voltou para casa e está curado, mas, enquanto ele esteve no hospital, Eddie teve muitas dificuldades para se locomover.
'Não percebemos o quanto Eddie depende do Milo para andar pela casa', disse Baker-Stedham.
'Ele trombava com portas e móveis e eu tinha que chamá-lo constantemente quando o levava para passear, para que ele soubesse onde eu estava e em que caminho eu estava indo.'

Fonte: http://noticias.br.msn.com/mundo/c%C3%A3o-vira-guia-de-labrador-cego

17 de dezembro de 2012

Cães associam palavras a objetos de modo diferente que os humanos


Pesquisa mostra que os cachorros relacionam o nome de um objeto a seu tamanho e textura - e não ao formato, como fazem os seres humanos

cachorro
Os cachorros são capazes de aprender a associar uma palavra a um objeto. No entanto, o mecanismo pelo qual eles fazem isso é diferente do humano (Thinkstock)
Há tempos os cientistas sabem que os cachorros são capazes de associar uma palavra a um objeto. No entanto, quando um cachorro entende que o dono quer que ele pegue uma "bola" ou o um "osso", ele está longe de compreender o significado exato da palavra. Uma pesquisa publicada nesta quarta-feira na revista PLOS ONE mostra que esses animais associam as palavras aos objetos de modo diferente dos humanos, e não sabem exatamente o artefato a que ela está se referindo – mas sim o seu tamanho e textura.
CONHEÇA A PESQUISA

Título original: Word Generalization by a Dog (Canis familiaris): Is Shape Important?

Onde foi divulgada: revista PLOS ONE

Quem fez: Emile van der Zee, Helen Zulch, Daniel Mills

Instituição: Universidade de Lincoln, na Inglaterra

Dados de amostragem: Gable, uma Border Collie de cinco anos

Resultado: Logo após Gable aprender uma nova palavra, ela passou a associar o nome a uma série de objetos do mesmo tamanho – e não com o mesmo formato – que o original. Depois de 39 dias, no entanto, a cadela já estava mais acostumada com a palavra, e não a associava a  objetos de mesmo tamanho, mas sim à mesma textura que o original.
Estudos anteriores já haviam mostrado que os humanos com idade entre dois e três anos aprendem a associar novas palavras com o formato dos objetos. Uma criança que aprende o que é uma bola, por exemplo, vai associar à palavra uma série de objetos com o mesmo formato. Com os cachorros não é isso que acontece. 
No novo estudo, os pesquisadores treinaram Gable, uma Border Collie de cinco anos. Antes do experimento, seu "vocabulário" continha 54 expressões, referentes a objetos diferentes.
No estudo, eles ensinaram Gable o significado de uma nova palavra: Dax. Ela se referia a um brinquedo pequeno e felpudo em forma de U. Dez minutos depois, eles apresentarem à cadela uma série objetos que não eram o Dax, mas tinham ou o mesmo formato em diferentes tamanhos ou o mesmo tamanho em diferentes formatos. Todas as vezes em que Gable foi ordenada a buscar o objeto Dax, ela levou aos pesquisadores artefatos com o seu tamanho, e não o formato de U.
Sally Smith
Gable
Gable aprendeu a reconhecer 54 objetos diferentes
Em uma segunda fase do estudo, os pesquisadores deixaram a cadela conviver por 39 dias com o objeto Dax, para se familiarizar com ele, e repetiram o teste. Dessa vez, ela não escolheu objetos do mesmo tamanho e nem do mesmo formato, mas sim de texturas semelhantes.
"Enquanto o formato importa para os seres humanos, tamanho e textura importam mais para os cachorros", afirma Emile van der Zee, psicóloga da Universidade de Lincoln, na Inglaterra, uma das responsáveis pelo estudo. Os cientistas suspeitam que isso acontece por causa das diferenças na forma como a evolução moldou o modo como cachorros e homens percebem o mundo.

14 de dezembro de 2012

Cães no trabalho diminuem stress de funcionários


Pesquisa conclui que pessoas que levam seus animais ao ambiente profissional são menos estressadas e mais satisfeitas e comprometidas com o emprego


A pesquisa foi realizada com 550 funcionários de uma empresa americana, aonde são levados diariamente entre 20 e 30 cachorros
A pesquisa foi realizada com 550 funcionários de uma empresa americana, aonde são levados diariamente entre 20 e 30 cachorros (Thinkstock)
Pesquisadores da Universidade Virginia Commonwealth, nos Estados Unidos, concluíram que cães no ambiente de trabalho podem reduzir o stress e fazer com que o emprego seja mais satisfatório aos funcionários. Segundo o estudo, publicado no periódico International Journal of Workplace Health Management, o stress é um fator que contribui para a ociosidade, o moral baixo e o cansaço dos funcionários, resultando em uma significativa perda de produtividade.
CONHEÇA A PESQUISA

Título original: Preliminary investigation of employee's dog presence on stress and organizational perceptions

Onde foi divulgada: revista International Journal of Workplace Health Management

Quem fez: Randolph T. Barker, Janet S. Knisely, Sandra B. Barker, Rachel K. Cobb, Christine M. Schubert

Instituição: Universidade Virginia Commonwealth, Estados Unidos

Dados de amostragem: 550 funcionários de uma empresa americana

Resultado: Pessoas que levam seus cães ao trabalho são menos estressadas, mais satisfeitas e mais comprometidas com o emprego
A pesquisa foi realizada na empresa Replacements, Ltd., localizada na cidade de Greensboro, na Carolina do Norte, que emprega cerca de 550 pessoas. Entre 20 e 30 cachorros convivem nas instalações da firma todos os dias. Durante uma semana, os cientistas compararam os empregados que levavam seus cães pra trabalhar, os que não levavam e os que não possuíam animais de estimação em casa. Todos os indivíduos responderam, ao longo do dia, a vários questionários que avaliavam o stress, satisfação com o emprego, comprometimento organizacional e apoio.

"Apesar de preliminar, este estudo é o primeiro quantitativo sobre como cães que convivem no ambiente profissional podem causar efeitos no stress, satisfação e compromisso dos funcionários", diz Randolph T. Barker, líder da pesquisa. "A diferença no stress observado nos dias em que o cachorro estava presente no local de trabalho e nos dias em que ele estava ausente foi significativa. Eles ficavam muito mais satisfeitos ao lado dos cães", conta.

Além de questionários solicitados aos participantes da pesquisa, os especialistas coletaram ainda amostras de suas salivas, todos os dias pela manhã. Medições nessas amostras, no entanto, não mostraram diferenças no nível de hormônio do stress dos três grupos de funcionários. No decorrer do dia de trabalho, porém, o stress que os empregados relataram ao responder as perguntas foi menor entre os que haviam levado seus cães e aumentou para os que não levaram e para os que não possuíam animais de estimação.

A equipe observou que os funcionários se mostraram muito mais estressados nos dias em que deixaram seus cães em casa do que nos dias em que os levaram. De acordo com Barker, há uma comunicação relacionada aos cachorros no local de trabalho que pode contribuir para o desempenho e satisfação dos empregados. Por exemplo, aqueles sem animais de estimação foram vistos pedindo pra passar um tempo com o cão do colega durante intervalos no trabalho.

"A presença do animal de estimação é uma intervenção de baixo custo e que causa bem estar, sendo facilmente disponível para muitas organizações que queiram aumentar a satisfação de seus funcionários. Claro que é importante a adoção de políticas que garantam que os animais sejam amigáveis, limpos e bem comportados, já que estarão presentes em ambientes profissionais", explica Barker. O pesquisador acrescenta que pesquisas de maior amostragem dentro de um ambiente organizacional podem ajudar a confirmar os resultados desse estudo inicial.

27 de novembro de 2012

Animais entediados: saiba como identificar e tratar



Cheetos, um shitsu de dois anos e meio, começou a praticar o agility e ficou menos agitado e bem mais dócil. Foto: Acervo Pessoal/DivulgaçãoAgressividade, latido em excesso, apego exagerado ao dono, destruição de objetos e automutilação são alguns dos sintomas dos animais entediados. Se o seu pet não apresentava estes sinais e passou a ser assim, a mudança de comportamento pode ser sinal de ócio. Confira o que é necessário fazer ao perceber distúrbios no comportamento no seu pet.

A ociosidade, principal causa do tédio, deve ser evitada. Quando entediado, tanto o gato como o cachorro acabam liberando seu estresse nos objetos ou nas pessoas. "O animal pode se tornar agressivo com o próprio dono ou outros bichos. É preciso mudança na rotina e no ambiente além de tratamento medicamentoso", explica a veterinária e professora da Universidade Federal Rural de Pernambuco, Roseana Diniz.

O advogado João Marcelo Guerra, 30 anos, percebeu que quando seu cão Cheetos, um shitsu de dois anos e meio, começou a praticar o agility no parque canino Woods Nook, ficou menos agitado e bem mais dócil. "Quem tem cachorro em casa é obrigado a deixá-lo muito sozinho e parado. Quando começou a competir, além de ficar menos ocioso, a saúde e a socialização com outros cães melhoraram bastante", afirma. Além das competições aos sábados o cãozinho caminha com o dono duas vezes por dia.

O tédio pode ser tratado também com a ajuda de remédios, mas é essencial a mudança na rotina do animal. "Não existe tratamento com medicamentos sem a mudança no ambiente", informa Roseana. A veterinária alerta ainda sobre o acompanhamento de um especialista para o reconhecimento e tratamento corretos. "Podem ser usados tratamentos à base de florais, fitoterapia, aromaterapia e também acupuntura, mas o uso de brinquedo que use o raciocínio também é importante", explica.

Animais que vivem dentro de casa têm mais chances de ficar entediados, pois costumam se movimentar menos. Caminhadas e brincadeiras podem evitar uma rotina ociosa que cause tédio e traz benefícios à saúde. A socialização com outros animais da mesma espécie também é importante para o pet manter uma rotina saudável e dinâmica.

11 de outubro de 2012

A História de Sofia – Filme da Panvel

A História de Sofia

A História de Sofia – Filme da Panvel

Após o sucesso de "A História de Lilinho", a Panvel apresenta seu segundo vídeo "A História de Sofia", uma cachorrinha vira-lata, chamada Sofia, adotada por um casal para fazer companhia à outra cadelinha chamada Brigite. Porém com a chegada do primeiro bebê na família, a atenção direcionada a elas acaba se tornando escassa. A duração do vídeo é de quatro ou três minutos, uma produção feita em parceria com a Mínima e realizada em Porto Alegre (RS). Uma história linda e emocionante, assista o vídeo!

"A História de Sofia". O filme lançado em outubro de 2012, resgata os laços de amizade, amor e carinho que todos nós temos com quem amamos. Baseado na crônica de José Pedro Goulart, publicada no livro "A voz que se dane", Editora L&PM.

9 de outubro de 2012

Hospital do Recife vai utilizar cães para auxiliar no tratamento de pacientes

Do NE10
Será lançado nesta terça-feira (9), às 8h30, o Projeto Cães Doutores no Hospital Barão de Lucena (HBL) que vai auxiliar no tratamento de crianças com dificuldades motoras e cognitivas. A sessão especial de Cinoterapia será realizada no pátio externo do hospital e vai contar com animais das raças Fox Paulistinha, Dachshund, Golden Retriever e Border Collie.

A expectativa é que o projeto beneficie os pacientes da pediatria, principalmente crianças com problemas neurológicos e algumas síndromes progressivas. “A Cinoterapia é um método no qual o cachorro atua como mediador do tratamento. Buscamos desenvolver, com o cachorro e a criança, brincadeiras que possam trabalhar a necessidade do paciente, como coordenação, movimento ou concentração”, explica a terapeuta ocupacional do HBL e cinoterapeuta Andréa Souza.

Para participarem da terapia, os cães precisam passar por uma série de trabalhos e testes que avaliam a socialização dos animais. A reação do cachorro em situações inusitadas e o comportamento diante de uma grande quantidade de pessoas também são testados pelos adestradores e terapeutas. Os cães foram cedidos pelo Kennel Club do Estado que está fazendo parceria com o projeto. 

A intenção é incentivar o tratamento na unidade hospitalar. "A Cinoterapia pode tornar o processo de hospitalização o menos doloroso possível”, complementa Andréa.

23 de agosto de 2012

O que os latidos não dizem


Nessa 12ª edição, a PopSci Brasil traz uma matéria especial sobre cachorros. Confira esse trecho da reportagem “A ciência canina” e garanta a sua versão impressa para ter acesso à matéria completa. Veja só o que os latidos não dizem mas significam muito na nossa relação com os eles:

13 de agosto de 2012

Autor inventa "pensamentos" divertidos para cachorros em novo livro


Há quem diga que cães só agem por instinto, mas todo dono "coruja" acha que seu animal é o mais inteligente do planeta. Opiniões e pesquisas à parte, você já imaginou como seria ler o pensamento do melhor amigo do homem? O que você descobriria? Pois Caio Mattoso achou que seria legal decifrar isso e inventou várias "reflexões caninas", que estão no livro "Falar é Fácil, Quero Ver Latir", que acaba de ser lançado.

Veja imagens do livro

Foto 7 de 10 - Já imaginou como seria ler o pensamento do melhor amigo do homem? O livro "Falar é Fácil, Quero Ver Latir" traz várias "reflexões caninas" divertidas, inventadas pelo autorDivulgação
"Acho muita injustiça quando levo a culpa pelo pum alheio", "Adestrei meu dono direitinho: eu sento, ele me dá um biscoito" e "Outro dia tentei fingir que estava triste, mas meu rabo não deixou" estão entre os vários pensamentos divertidos de animais que você encontra pelo livro, que não é infantil, mas encanta até a criançada!
Pra acompanhar as frases engraçadas, nada melhor que uma porção de fotos lindas. Tem flagras de animais devorando objetos, cães fantasiados, em poses divertidas ou ainda fazendo aquelas carinhas irresistíveis que só um cachorro sabe fazer pra alegrar o dono.
"Falar é Fácil, Quero Ver Latir"
Idade: A partir de 10 anos
Editora: Original
Autor: Caio Mattoso
Páginas: 80
Ano da edição: 2012

9 de agosto de 2012

Fidelidade de cadela serve de exemplo


Quem conhece a filosofia de trabalho e o carisma das Obras Sociais Irmã Dulce (Osid) sabe que se trata de instituição toda especial, onde os mais impensáveis gestos e atos de amor se manifestam. Renato Mário dos Santos, 43 anos, é catador de recicláveis, negro, morador de rua, sujo pelo tempo, viciado em álcool e homossexual. No Largo de Roma, ele encontrou dois amores após vir de Guarulhos (SP): o primeiro é seu companheiro Jorge Luiz dos Santos Soares, 28 anos, também alcoolista. A segunda "pessoa" é seu maior amor, Nina, uma cadela de quem não se sabe a idade ou raça, que há dois anos encontrou Renato, fazendo-o "renascer" como uma espécie de "Lázaro moderno".
Renato cuidou de Nina em sua doença (ele buscou todos os meios para curá-la de um sangramento intermitente e encontrou uma veterinária que cuidou do animal sem cobrar pelo serviço). Hoje Nina tem cartão de vacina  e dá ao seu dono toda a atenção e proteção. "É ela quem cuida de mim, me protege, é meu anjo. E ela nunca gostou que eu bebesse. Quando  via uma bombinha vazia (de cachaça), ela me tomava. E rosna para quem me oferece bebida", contou Renato, que divide com Nina comida e espaço  em calçadas ou no Albergue de Roma.
O internamento - Buscando livrar-se do vício, Renato e Jorge buscaram tratamento no Centro de Acolhimento e Tratamento de Alcoolistas (Cata) da Osid. Era primeiro de agosto  e a dupla escolheu roupa "de gala": vestiu-se com paletós e foi ao centro calçada de havaianas. Mas o tratamento pedia uma indesejada separação: Renato não poderia ter, dentro da unidade de saúde, contato com o animal amigo. Mas, logo os funcionários começaram a perguntar de quem ela seria. Dócil com quem passa, a cadela só abandona a vigília para alimentar-se, "aliviar-se" ou proteger-se da chuva.
Logo descobriram que Nina buscava seu dono e viram que se tratava de um animal especial. Como escreveu o jornalista Ciro Brigham, primeiro a traduzir em letras este caso de amor, "não duvide, portanto, se, ao olhar para essa cadelinha, você enxergar, de relance, Irmã Dulce a cochichar-lhe num ouvido e São Francisco no outro". A coordenadora do Cata, a médica Maria Del Carmen, ressaltou que Renato e Nina têm características interessantes. "Ela é uma cadela diferente e Renato é muito tranquilo". Por isso, uma primeira exceção foi aberta para Renato e Jorge: eles foram internados no Cata, mesmo não sendo dia para novas admissões.
Outra licença foi concedida a Renato: em vista do amor entre o paciente e a cadela, foi permitido a ele descer ao menos uma vez no dia para ver sua grande companheira. Renato e Jorge passarão pelo menos 20 dias em desintoxicação e depois terão atendimento ambulatorial  (Jorge sofreu três convulsões provocadas pela abstinência do álcool, mas encontra em Renato apoio para enfrentar esta difícil fase da luta contra o terrível vício).
Para os funcionários e religiosos da Osid, o caso os faz pensar sobre o amor. "Nina nos mostra como devemos amar, independentemente das escolhas das pessoas", disse a irmã Helena, religiosa da mesma congregação que Irmã Dulce. Ela conta que, em anos anteriores, em todas as semanas de homenagens à beata Dulce, apareceu um cachorro, frequentemente necessitando de cuidados. "Mas desta vez apareceu uma que veio cuidar do seu dono", contou a religiosa. Sobre Nina, Renato disse: "Ela é tudo para mim, meu maior amor".

2 de agosto de 2012

Seu Pet com Sobrenome






Animais de estimação já podem ter registro e sobrenome do dono

Uma empresa ligada em direitos dos animais resolveu lançar o Seu Pet com Sobrenome, site que faz registros de animaizinhos de estimação como se fossem certidões feitas em cartório. O principal é o “documento” de nascimento, que tem um custo de R$ 98 mais o frete, mas a página oferece outros registros inusitados para o seu cãozinho.

Certidão de óbito e testamento também

Seu Pet com Sobrenome ainda faz certidão de casamento, de batismo, de óbito e até testamento para o seu cão não ficar desamparado, caso algo aconteça com você. Tudo é feito pela Internet e custa R$ 98, exceto para testamento, cujo preço é sob consulta.

Fazer o registro do bichinho é bem fácil. Tudo o que precisa ser feito ao acessar o site é preencher um formulário do documento solicitado e enviar para a equipe do site, que cuida do registro.

http://www.seupetcomsobrenome.com.br/

30 de julho de 2012

Pequeno gatinho brinca sem medo com doberman e bomba no YouTube

Gatinhos e cachorros: todo mundo ama. Ainda mais quando eles mostram que podem conviver amigavalmente, apesar da tradicional "rixa" entre as duas espécies que fica no imaginário das pessoas. Talvez seja por isso que o vídeo “Tiny Kitten Takes On Big Doberman” (Gatinho enfrenta grande Doberman) tenha se tornado um sucesso no YouTube. Ele já tem mais de um milhão de visualizações em exatos dez dias.


Duelo animal mostra gatinho desafiando doberman (Foto: Reprodução/YouTube)Duelo animal mostra gatinho desafiando doberman (Foto: Reprodução/YouTube)





















A filmagem foi publicada pelo usuário “camelsandfriends”, que costuma postar vídeos de camelos. No entanto, o responsável pelo canal resolveu gravar o seu gatinho Pancake (Panqueca), de sete semanas, brincando com a doberman Sugar Tree (Árvore de Açúcar ou algo do gênero), de dois anos. Na descrição, ele faz uma brincadeira: “A épica batalha entre gato e cão. O gatinho enfrenta o malvado kit de dentes. Quem você acha que ganhou esta batalha?”

A gravação tem pouco mais de um minuto e mostra cenas bem engraçadas dos dois animais de estimação brincando. A maioria delas tem o gatinho “implicando” com a cachorra. No fim, quem leva a melhor é Pancake, que dá uma canseira na “irmã mais velha”. A doberman Sugar Tree, exausta, precisa de um tempinho para descansar após tanto agito.

E o sucesso do vídeo foi tanto que, uma semana depois do lançamento do primeiro, no último dia 24, o dono dos bichinhos gravou o “segundo round” da briga. Com mais cenas hilárias e uma infinidade de dribles de Pancake em Sugar Tree, a gravação acaba exatamente como a sua antecessora: com a jovem gatinha ainda cheia de fôlego e a cadela no nível máximo do cansaço.



Parte 01 e Parte 02 



22 de junho de 2012

Você sabia? Filme 'Um Hotel Bom Pra Cachorro' usou mais de 70 cães


Muitos dos animais foram adotados pela equipe envolvida na produção


Mais de 70 cães foram necessários para produção do filme (Foto: Divulgação)Mais de 70 cães foram necessários para produção do filme (Foto: Divulgação)

Foram usadas várias raças de cachorros para a criação da história (Foto: Divulgação)Foram usadas várias raças de cachorros para a
comédia (Foto: Divulgação)


Imaginem gravar um filme com alguns cachorros circulando pelos cenários. Difícil? Agora pensem em setenta cãezinhos de várias raças diferentes aprontando as maiores confusões no set de filmagem. Incrível? Mas é verdade. Para gravar o filme "Um Hotel Bom Pra Cachorro" (2009), que a Rede Globo exibe na Temperatura Máxima deste domingo, dia 24, a equipe de produção precisou de aproximadamente setenta cães.



Para as cenas em que os animais começam a ser reunidos para viverem no hotel criado pelos irmãos Andi (Emma Roberts, sobrinha da atrizJulia Roberts) e Bruce (Jake T. Austin), foram usados cães das mais variadas raças, tais como: Bullmastiff, Border Collie, Cão de Crista Chinês, Poodle, Beauceron, Bulldog Inglês, entre outras. A maioria foi treinada por cerca de três meses, mas os cachorros que protagonizam o filme precisaram de dezesseis semanas.

Após a conclusão, vencidas todas as dificuldades, muitos dos cães foram adotados pela equipe envolvida na produção do filme.

21 de junho de 2012

Italianos criam sorvete para cachorro

Versão do tradicional 'gelato' não contém leite nem conservantes.
Temperatura na Itália chegou aos 36° graus.

Paolo serve sorvete para Kiyoko em um pet shop em Roma. O gelato para cães não contém produtos lácteos prejudiciais aos animais. (Foto: Andrew Medichin/AP)Paolo serve sorvete para Kiyoko em um pet shop em Roma. O gelato para cães não contém produtos lácteos prejudiciais aos animais. (Foto: Andrew Medichin/AP)
Lara, uma cadela labrador, experimenta o gelato. Com temperaturas altas na Itália os cães também podem se refrescar com o sorvete em pet shops nos arredores de Roma. (Foto: Andrew Medichin/AP)Lara, uma cadela labrador, experimenta o gelato. Com temperaturas altas na Itália os cães também podem se refrescar nos pet shops nos arredores de Roma. (Foto: Andrew Medichin/AP)

20 de junho de 2012

Temperatura Máxima exibe 'Um Hotel Bom Pra Cachorro' no domingo, 24/06


Dois irmãos decidem criar um hotel para proteger os cachorros da região.


Amigos se reúnem para salvar cãezinhos abandonados (Foto: Divulgação)

No lar onde vivem os adolescentes Andi (Emma Roberts) e Bruce (Jake T. Austin) é estritamente proibido ter animais de qualquer espécie. Mas os irmãos adoram cães e cuidam de Friday, um cachorrinho faminto que eles decidiram proteger a qualquer custo. Para isso, decidem abrir um hotel para cachorros. Essa é a trama de "Um Hotel Bom Pra Cachorro" (2009) que a Rede Globo exibe na Temperatura Máxima deste domingo, dia 24/06, logo após

Andi e Bruce já não sabem mais o que fazer para impedir que descubram Friday. Arteiro e muito brincalhão, o cachorrinho apronta todas e, a cada dia que passa, fica mais difícil manter esse segredo. Enquanto tentam conseguir um lar para Friday, os adolescentes acabam descobrindo um hotel abandonado um tanto quanto assustador.
Tudo começa com Friday e os irmãos que querem proteger o cãozinho (Foto: Divulgação)

Não querendo de separar do cachorrinho, os irmãos resolvem transformar o local em um hotel para cachorros, onde eles poderão comer, brincar e viver em paz. Para cumprir a missão de salvar todos os cães abandonados na região, eles contam com a ajuda dos amigos, que aprontarão as maiores confusões para impedir que eles sejam levados pela carrocinha.
  
Bruce e seus amigos criam as mais incríveis engenhocas para ajudar os animais 

Dirigido por Thor Freudenthal, o filme "Um Hotel Bom Pra Cachorro" (2009) traz uma história sobre amor e amizade que vai contagiar a tarde deste domingo.


29 de maio de 2012

São João da Bicharada - Recife


No próximo sábado, 02/06, será realizado o São João da Bicharada, juntamente com o 6º Evento de Adoção de Cães e Gatos do Parque do Cordeiro, das 09:00 às 17:00.

O evento contará com cães e gatos saudáveis, esterilizados ou com a cirurgia de castração agendada e sem custos, que aguardam pela adoção responsável de humanos que os amem como merecem. A festa começa ás 09:00 e contará com muito forró para animar as adoções, numa promoção do Projeto da UFPE "Adote um Vira-lata" em parceria com o CVA/PCR e o MDA/PE.

Além disto, o "Animal Solidário" continua, com a arrecadação de ração e medicamentos para os carentes.

Para tornar-se tutor de algum animal, será necessário ser maior de idade, apresentar RG, CPF e comprovante de residência. 

Venha escolher seu melhor amigo!

Onde: Parque de Exposições do Cordeiro - Avenida Caxangá
Quando: 02 de junho de 2012
Horário: Das 09 às 17h

Compareça! Divulgue!

23 de abril de 2012

Cachorro fica horas em cima de telhado enquanto o dono trabalha

Todos os dias, o cão Axel sobe no telhado e fica lá por cerca de cinco horas. O cachorro não renuncia ao “dever” de acompanhar o dono, Richard, e vai com ele trabalhar, consertando os telhados de imóveis na cidade de Norfolk, na Inglaterra.
O cachorro já virou atração no lugar. Pedestres costumam dar uma conferida no telhado, quando se deparam com Axel, para ver se é isso mesmo o que estão vendo. E alguns motoristas chegam a sair do carro para fotografar o animal.
Richard garante que o cachorro, uma mistura de labrador e rotweiler, já aprendeu a subir sozinho.
- Quando ele era filhote, nós tínhamos que carregá-lo até o alto. Mas ele aprendeu logo a subir os degraus sozinho - contou.
O cachorro ganha uma forcinha para descer
O cachorro ganha uma forcinha para descer Foto: Reprodução / The Sun
Quando finalmente chega ao topo, Axel se acomoda e passa o resto do dia observando o trabalho do dono. Às vezes, fica entediado e sai para dar uma voltinha.
- Ele prefere estar no telhado, do que esperar sentado no banco traseiro da van - assegurou Richard.
Quando está muito quente, não é raro que o dono do imóvel onde Richard está trabalhando convide Axel para descansar lá dentro. E muitas pessoas chamam o cachorro para um lanchinho ou um carinho.
Segundo Richard, o cachorro é bem ágil, não tem medo de altura e nunca caiu do telhado.
- Ele certamente não se assusta com a altura. Isso não o preocupa - assegurou ele.
Ele sobe sozinho
Ele sobe sozinho Foto: Reprodução / The Sun
Axel fica lá, quietinho
Axel fica lá, quietinho Foto: Reprodução / The Sun
O animal sobe no telhado para ficar com o dono
O animal sobe no telhado para ficar com o dono Foto: Reprodução / The Sun
O animal vira atração onde quer que esteja


11 de março de 2012

Cachorros solitários enfrentam tédio diário, aponta cientista dos EUA

Se os cães não lambem por saudade, também pode não ser por amor que eles ficam esperando junto à porta. Quando o dono sai para trabalhar o dia inteiro, o cachorro fica sem muito o que fazer sozinho em casa -- a volta do humano que vive com ele, então, pelo menos acaba com o marasmo.

"A falta de ocupação compromete a sanidade mental do animal e a integridade das meias do dono", diz Alexandra Horowitz, da Universidade Columbia (EUA). Ela sugere deixar guloseimas escondidas para que o bicho gaste o tempo tentando achá-las.
A falta de compromissos, porém, faz com que os cães respeitem mais as vontades do seu corpo -- como aquele sono após o almoço, que humanos também sentem.
"Sem nenhuma papelada para revirar, nenhuma reunião para participar, os cães cochilam", diz Horowitz.
Mesmo que a siesta dos bichos possa dar inveja, ser um cão, porém, tem outras desvantagens além da chance de sentir tédio.
Horowitz cita como exemplo as lâmpadas fluorescentes compactas, aquelas que as pessoas compram para economizar energia.
Elas produzem um zumbido inaudível para quem foi no supermercado comprá-las, mas que pode incomodar os cães, que escutam mais frequências do que nós.
Mais do que as lâmpadas, entretanto, os cães encontram uma inimiga de verdade é nas capas de chuva para eles, que se tornaram moda recentemente, à venda em qualquer pet shop.
Existem dois problemas com elas. Um deles é que os cães já têm uma capa de chuva natural -- apesar de muitos donos se sentirem, com motivo, um pouco incomodados quando um cachorro molhado chega em casa e se chacoalha todo para se secar.
O outro, pior, é que a capa faz com que os cães se sintam dominados. Ela cobre as costas, o peito e às vezes a cabeça do bicho. Nos cachorros e nos seus "primos", como os lobos, a pressão nas costas e na cabeça está relacionada com a subordinação -- por um outro animal mais velho, por exemplo.
"É possível que, com a capa, muitos cães fiquem imóveis por se sentirem dominados. Eles até podem cooperar para sair, mas não porque gostam da capa, mas sim porque foram subjugados", diz Horowitz.

29 de fevereiro de 2012

O cão farejador Shelton se aposenta da PM

Ao completar 8 anos servindo à Polícia Militar de São Paulo, o labrador Shelton se aposentou. Seu trabalho como farejador na Tropa de Choque já o levou da Cracolândia às estradas da Baixada Santista
O cão farejador Shelton se aposenta da PM - 1 (Ayrton Vignola AE) O cão farejador Shelton se aposenta da PM - 4 (Ayrton Vignola AE)
láudia Aparecida Ignácio Vieira, cabo da PM de 42 anos, adestradora e parceira de Shelton nas ruas, lembra que ele adorava brincar e de que era estabanado.


Quando apareceu no canil da PM, em fevereiro de 2006, o antigo dono de Shelton queria doar o cachorro, que destruía sua casa e comia os pés da mesa e cadeira


Shelton, que já ganhou prêmios, não perdeu a fama de agitado e bagunceiro. Entre os policiais, ele é conhecido como o "terror" do canil


É na casa da cabo que Shelton vai morar quando completar 8 anos em abril, data prevista para ir à "reserva" da corporação.

Shelton deixou ocorrências memoráveis e rendeu medalha à cabo Cláudia no mês de junho de 2010, durante uma outra operação da PM na cracolândia, centro de SP

Nos últimos dias, o labrador está fazendo plantão na cracolândia. Ele fica solto dentro da viatura e diante de suspeita de tráfico é acionado. Se achar droga, ganha um brinquedo de borracha
O cão farejador Shelton se aposenta da PM - 7 (PM Divulgação) 
Assim como fez o primeiro dono de Shelton, pessoas também podem doar animais ao canil, desde que tenham até um ano e meio de idade. Para contatos: (11)2203-2092



16 de fevereiro de 2012

No Planalto, Dilma ganha de presente cão labrador

O cão labrador, que foi dado a Dilma por uma tabeliã cearense (Foto: Divulgação)O cão labrador, que foi dado a Dilma por uma
tabeliã cearense (Foto: Divulgação)
A presidente Dilma Rousseff ganhou nesta quinta-feira (16) de uma eleitora, no Palácio do Planalto, um filhote de labrador. A cearense Márcia Vieira Diógenes viajou para Brasília especialmente para entregar o cachorro para a presidente. "Nós temos que estar entre amigos", disse Márcia.
Por volta das 9h30 desta quinta, Márcia chegou ao palácio com o filhote de dois meses e meio usando uma gravata azul e vermelha. "O nome eu não escolhi, deixei para a presidenta escolher", disse a tabeliã, que mora em Fortaleza e chegou a Brasília nesta quarta.
"Comprei o filhote no final do ano e estava com o cachorro há um mês porque eu não tinha encontrado uma forma de entregar", disse.
Na internet, Márcia ficou sabendo que existe um departamento específico no palácio onde as pessoas deixam presentes para a presidente. "Eu vi que tinha um setor que era apropriado para isso. Pensei, então: não vou perder o cachorro, vou a Brasília. Eu tinha que fazer a tentativa, ousei e deu certo."
Márcia se diz fã da presidente e conta que nunca havia votado no PT antes de decidir dar seu voto a Dilma. "Eu sempre a admirei. Agora quero me filiar ao PT."
Até a noite desta quarta-feira, ela ainda não sabia que a presidente já cria dois cachorros. Um deles, chamado Nego e herdado do ex-ministro José Dirceu, chegou a participar de propaganda eleitoral durante a campanha de 2010. "Quando me contaram, fiquei contente porque imaginei que ela aceitaria meu presente."
A assessoria de imprensa do Planalto afirmou que Dilma adotará o animal, que irá morar com os outros dois cachorros da presidente na residência oficial da Granja do Torto.
Caso qualquer pessoa queira enviar um presente a Dilma poderá entregá-lo pessoalmente no Palácio do Planalto ou enviar por Correio ao endereço: Palácio do Planalto, Praça dos Três Poderes, Brasília - DF, CEP 70150-97
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26 de janeiro de 2012

Cães observadores

Cães observadores

Na nossa vida estamos muitas vezes a ser observados, sem darmos conta. 
Somos observados por amigos, por desconhecidos, por chefes, por colegas e agora até pelos cães. 
Segundo uma pesquisa da Universidade de Milão, os cães observam o comportamento dos humanos para conseguirem benefícios mais facilmente, isto é, eles observam e selecionam as pessoas a quem vão pedir guloseimas. 
Consoante o comportamento que temos para com os outros, somos avaliados também pelos cães. 
O teste foi realizado a 100 cães e consistiu na colocação de dois cientistas numa sala, onde também estavam os cães com os seus donos. 
No local, os cientistas comiam cereais e salsichas e eram interrompidos por outras pessoas durante a refeição. Um deles partilhava a sua comida com os demais, o outro não. Quando soltaram os cães a maioria aproximou-se do cientista mais generoso, aquele que dividiu a sua refeição. Dois terços dos cães soube diferenciar quem foi gentil e quem foi egoísta.
Duvida que o cão não sabe contar